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Mostrando postagens de Setembro, 2016

O meu poema de morte

COMO NÃO TE AMAR?! (Um parágrafo para a minha esposa)

Por que me desamparaste?

Como Relâmpago

A Menina e a Bengala

Negar a Si Mesmo

O VELHO CÃO, A MULHER E O POETA