Arte maior




Arte Maior

Por Claudiane Ferreira


Enquanto criança, não tenho nenhuma lembrança de Natais, mas, a preferência de minha mãe em arrumar galhos secos e transformá-la em árvore de natal é um fato bem marcante. Ela levava horas envolvendo os galhos em algodão, depois pendurava bolas coloridas. 

Na adolescência houve um Natal que estará presente em meu coração enquanto ele bater. Se havia ou não árvore de natal na casa da minha tia Antonieta, eu não consigo me recordar, mas a alegria, as rabanadas e o presente que recebi  do  meu pai (um soco forte no braço, isso tudo porque ele pegou eu e o meu primo nos beijando), eu lembro muito bem! Valeu estar com meus tios e primos, valeu os beijos, valeu o soco.

Na época do natal, me sinto como imagino que se sente uma ave fora do ninho... E apesar de possuir um pinheiro de plástico há 26 anos, sou fascinada mesmo é por certas árvores, como por exemplo a que adorna essa matéria. Elegante demais não?

Desejo que a elegância de seus gestos faça toda diferença nesse Natal.


"Quisera Ele, acaso, o nosso desvario
de comilança, consumismo e ostentação
por celebrar-lhe a imagem pura e imorredoura?"

                                                                                                     Gilberto de Almeida 

Convido-os lerem o soneto na íntegra
http://tubodeensaio-laboratorio.blogspot.com.br/2015/11/soneto-de-natal.html


Desejo um Feliz Natal e Próspero Ano Novo aos leitores e  autores dessa página!

Até ano que vem se Deus quiser.

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